Os pontos de infiltração são evidentes. Eles percorrem todo o teto da Igreja de Nossa Senhora do Carmo, no bairro da Cidade Velha. Em alguns pedaços mais críticos, não há sinal da pintura original, apenas borrões de tinta e mofo.
Construída em 1626, dez anos após a fundação de Belém, a bela igreja em estilo barroco receberá uma merecida reforma completa este ano, por intermédio de um convênio firmado entre a mineradora Vale e a Arquidiocese de Belém.
O documento foi assinado ontem de manhã, nas dependências do prédio, durante uma cerimônia em comemoração ao aniversário da capital paraense. Orçada em R$ 4,18 milhões, a iniciativa patrocinada pela Vale será realizada com recursos da Lei Rouanet, lei federal de incentivo à cultura.
“Essa obra é de uma importância cultural e histórica sem tamanho. Nós (a Vale) estamos inseridos fortemente na sociedade paraense e sociedade belenense. O que é importante para a sociedade é importante para nós”, discursou o diretor da Vale, José Carlos Gomes.
Os serviços de restauração envolvem a recuperação do átrio, nave, capela mor, coro, capela de adoração, capela da ordem terceira e toda a área externa. Ele ainda prevê a substituição do sistema elétrico e de iluminação; e a implantação de sistema de segurança e de combate a incêndio.
O projeto arquitetônico de restauro e conservação foi estabelecido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). A gestão da obra e do orçamento ficarão a cargo da Arquidiocese de Belém.
“Já recebemos o dinheiro e vamos abrir uma licitação para daqui a 2 ou 3 meses. Por mim, eu começaria a reforma ontem”, disse o arcebispo de Belém, Dom Alberto Taveira.
Ainda não há previsão de entrega da obra. O templo foi tombado pela União em 1941. (Diário do Pará)
Seja Bem Vindo ao Atelier Bognar
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Sou especialista na técnica de marmorização. Colunas , altares, itens de gesso/concreto.
Lareiras, florões, fragmentos,estátuas, itens de paisagismo.
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Folheação à ouro e prata.
Revitalização de itens, arte sacra.
Auxiliar de restauro.
Sempre existe um detalhe que pode alterar a aparencia de um móvel ou mudar completamente o ambiente ao seu redor.
Visitas e orçamentos sem compromisso.
Trabalho em SP capital, interior do estado ou outras localidades.
Marta Lúcia Bognar: 55 11 85451761
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terça-feira, 17 de janeiro de 2012
terça-feira, 19 de julho de 2011
Tinta reduz microorganismos na parede por 2 anos
Marca é a primeira a ter aprovação da Anvisa, e sai na frente ao fomentar regulamentação para o mercado
Produto reduz 99% das bactérias na superfície da parede por dois anosA Suvinil, marca de tintas imobiliárias da BASF e líder no segmento Premium, apresenta o Suvinil Acrílico AntiBactéria, que reduz 99% dos microorganismos na superfície da parede por dois anos. O produto revoluciona o mercado como o primeiro a ter aprovação da Anvisa que atesta sua segurança e eficácia, e reforça o pioneirismo da marca em surpreender o consumidor de tintas. Agora, além da qualidade e tecnologia já conceituadas e das mais de 1500 cores que permitem fazer da parede um item de decoração importante para o ambiente, a Suvinil oferece bem-estar e a segurança de que os usuários estarão protegidos dentro de casa.
Fruto de um amplo estudo de pesquisa e desenvolvimento, motivado pelo conceito constante de inovação enraizado na cultura da marca, o Suvinil Acrílico AntiBactéria possui fórmula exclusiva composta por agentes antibacterianos que atuam na parede, eliminando 99% a manifestação desses microorganismos. A tinta pode ser lavada sem que perca a sua ação, o que a torna ideal para ser utilizada também em hospitais, escolas e clínicas pediátricas.
Eugenio Luporini Neto, Vice-Presidente de Tintas e Vernizes e Repintura da BASF para a América do Sul, reforça a relevância do produto para o segmento de mercado. “O mercado de produtos antibactérias cresceu 25% nos últimos três anos. Como líderes do mercado de tintas, saímos na frente para garantir que os anseios dos consumidores sejam atendidos também no nosso segmento. Este é o primeiro e único produto com essas características do Brasil”, explica ele, que reforça ainda a revolução que o Suvinil Acrílico AntiBactéria causa no mercado, ao fomentar uma regulamentação que dá garantia a eficácia de soluções com essas características no país. “A inédita aprovação da Anvisa avaliza a eficácia e segurança do produto e certifica a comercialização desse tipo de tinta no país”, finaliza.
O Suvinil Acrílico AntiBactéria foi testado e aprovado conforme os parâmetros da norma JIS 2801:2000 (Japanese Industrial Standard), do Japão, para produtos antimicrobianos. O teste para atividade e eficácia garantiu o poder da tinta. “As bactérias podem formar biofilmes na superfície da tinta e esta metodologia permite verificar a eficácia do produto aplicado na superfície da parede contra as principais bactérias”, explica Viviane Alves da Silva, do Laboratório de Microbiologia da BASF.
Com lançamento previsto para o mês de julho, o Suvinil Acrílico AntiBactéria estará disponível no mercado em todas as cores Selfcolor a partir de Julho.
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Cine Belas Artes poderá ser tombado pelo Patrimônio Histórico
Na tarde de ontem, foi tomada a primeira medida efetiva contra o fechamento do Cine Belas Artes, que funciona como cinema, na esquina da av. Paulista com a rua da Consolação, desde 1943. Uma entidade civil protocolou na prefeitura o pedido de tombamento do edifício.
Diante do documento, o secretário municipal de Cultura de São Paulo, Carlos Augusto Calil, tomou uma decisão: a demanda será levada a votação já na próxima reunião do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental (Conpresp), na terça-feira, dia 18.
"O assunto é urgente", diz Calil. "Um patrimônio está em risco. O Conpresp é soberano, mas eu e o prefeito defendemos o tombamento." Essa primeira votação diz respeito à abertura do processo. Caso os conselheiros acatem o pedido, terá início um estudo de avaliação e, depois disso, há nova votação.
"Durante o processo, várias restrições começam a valer", explica Calil. "Não se pode, por exemplo, alugar o local sem autorização do departamento de Patrimônio." Gilberto Kassab recebeu, durante a semana, diversos pedidos para que a prefeitura ajude a salvar o cinema.
Manifestação
O fim do Belas Artes veio a público na semana passada. O dono do imóvel, Flávio Maluf (que não é filho do político Paulo Maluf), pediu a devolução do espaço.
Na última segunda-feira, um grupo de cerca de 200 pessoas se encontrou na avenida Paulista em direção ao vão livre do Masp, para protestar contra a medida.
O Belas Artes é um dos mais antigos cinemas de São Paulo, existe desde 1943. É uma referência cultural e urbana da cidade.
Na tarde de ontem, foi tomada a primeira medida efetiva contra o fechamento do Cine Belas Artes, que funciona como cinema, na esquina da av. Paulista com a rua da Consolação, desde 1943. Uma entidade civil protocolou na prefeitura o pedido de tombamento do edifício.
Diante do documento, o secretário municipal de Cultura de São Paulo, Carlos Augusto Calil, tomou uma decisão: a demanda será levada a votação já na próxima reunião do Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental (Conpresp), na terça-feira, dia 18.
"O assunto é urgente", diz Calil. "Um patrimônio está em risco. O Conpresp é soberano, mas eu e o prefeito defendemos o tombamento." Essa primeira votação diz respeito à abertura do processo. Caso os conselheiros acatem o pedido, terá início um estudo de avaliação e, depois disso, há nova votação.
"Durante o processo, várias restrições começam a valer", explica Calil. "Não se pode, por exemplo, alugar o local sem autorização do departamento de Patrimônio." Gilberto Kassab recebeu, durante a semana, diversos pedidos para que a prefeitura ajude a salvar o cinema.
Manifestação
O fim do Belas Artes veio a público na semana passada. O dono do imóvel, Flávio Maluf (que não é filho do político Paulo Maluf), pediu a devolução do espaço.
Na última segunda-feira, um grupo de cerca de 200 pessoas se encontrou na avenida Paulista em direção ao vão livre do Masp, para protestar contra a medida.
O Belas Artes é um dos mais antigos cinemas de São Paulo, existe desde 1943. É uma referência cultural e urbana da cidade.
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Miguel haruki está chegando...
Alessandra karahassi, uma cliente querida e mãe dedicada do lindo Vitor Yuji, agora está feliz com a novidade: a chegada do Miguel haruki.
Nós desejamos muito saúde e paz para o novo integrante da familia.
Que Deus abençoe muito esta nova etapa da familia e estamos ansiosas para ve-lo no berçário.
Vejam que idéia criativa Alessandra teve: customizar o quartinho do Vitor para receber com carinho o Miguel. Ficou legal não ficou?
Vamos aguardar o Miguel para anunciar novas noticias
Beijo Alessandra.....
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Investigadores descobrem pigmento azul de melhor qualidade
´fonte: www.cienciahoje.pt
Embora possa parecer estranho, fabricar tintas azuis é um grande problema na medida em que os múltiplos tipos de pigmento com esta coloração ou apresentam substâncias cancerígenas, ou libertam cianeto ou não são estáveis quando expostos ao calor. Por mero acaso, investigadores da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, descobriram uma série de compostos de manganés que poderá resolucionar a problemática das tintas azuis.Esta descoberta surgiu “acidentalmente” visto que o grupo de investigadores americanos estava a analisar óxido de manganés com o intuito de averiguar as suas propriedades electrónicas, explicou Subramanian, coordenador do laboratório onde a investigação foi realizada. Andrew Smith foi o estudante que se apercebeu da forte tonalidade azul do óxido de manganés, depois de ter retirado a substância de um forno a 1200 graus Celsius. Segundo o artigo publicado no Journal of the American Chemical Society, estes compostos, de coloração azul, são de fabrico fácil e seguro, para além de serem muito mais duradouros que as actuais tintas. Além disso podem gerar novos pigmentos azuis, sem serem tão prejudiciais ao ambiente como os que actualmente existem. Os testes realizados demonstraram que estes pigmentos suportam temperaturas extremamente elevadas e não se debotam em soluções ácidas. Por ser um dos elementos mais abundantes na crosta terrestre e no mercado, a utilização do manganés como pigmento em tintas torna-se viável e de baixo custo. Os investigadores afirmam que o óxido de manganés poderá ser usado em qualquer tipo de tinta, desde as utilizadas em automóveis às tintas para paredes.
Embora possa parecer estranho, fabricar tintas azuis é um grande problema na medida em que os múltiplos tipos de pigmento com esta coloração ou apresentam substâncias cancerígenas, ou libertam cianeto ou não são estáveis quando expostos ao calor. Por mero acaso, investigadores da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, descobriram uma série de compostos de manganés que poderá resolucionar a problemática das tintas azuis.Esta descoberta surgiu “acidentalmente” visto que o grupo de investigadores americanos estava a analisar óxido de manganés com o intuito de averiguar as suas propriedades electrónicas, explicou Subramanian, coordenador do laboratório onde a investigação foi realizada. Andrew Smith foi o estudante que se apercebeu da forte tonalidade azul do óxido de manganés, depois de ter retirado a substância de um forno a 1200 graus Celsius. Segundo o artigo publicado no Journal of the American Chemical Society, estes compostos, de coloração azul, são de fabrico fácil e seguro, para além de serem muito mais duradouros que as actuais tintas. Além disso podem gerar novos pigmentos azuis, sem serem tão prejudiciais ao ambiente como os que actualmente existem. Os testes realizados demonstraram que estes pigmentos suportam temperaturas extremamente elevadas e não se debotam em soluções ácidas. Por ser um dos elementos mais abundantes na crosta terrestre e no mercado, a utilização do manganés como pigmento em tintas torna-se viável e de baixo custo. Os investigadores afirmam que o óxido de manganés poderá ser usado em qualquer tipo de tinta, desde as utilizadas em automóveis às tintas para paredes.

O objetivo é ser referência mundial em sustentabilidade nos segmentos de arquitetura, decoração e paisagismo até o ano de 2012. É por isso que os grupos Casa Cor e Sustentax decidiram trabalhar juntos e, nos próximos anos, aprimorar a atuação de arquitetos, paisagistas, decoradores e designers com práticas que favoreçam o meio ambiente. A atuação começou em 2009, quando franquias e profissionais do ramo esclareceram dúvidas sobre o tema e foram conscientizados em relação aos impactos gerados pela sustentabilidade no ambiente de trabalho e na sociedade. Em 2010 a parceria segue com o desafio de incluir as atividades sustentáveis em todas as etapas dos projetos, passando pelos processos de criação, concepção, implantação, visitação e desmontagem. Como base, os profissionais receberão uma planilha de avaliação aperfeiçoada e remodelada de acordo com as experiências adquiridas durante todo o ano de 2009. A equipe de arquitetos, paisagistas, decoradores e designers envolvidos poderão ainda contar com o apoio do Grupo Sustentax por meio de e-mails e telefones especialmente voltados ao programa de apoio. O trabalho pretende fazer com que os que os envolvidos com a mostra catarinense incorporem a responsabilidade socioambiental por meio de um processo de reeducação do mercado, informando sobre as práticas mais indicadas, com impactos positivos também no aprimoramento profissional e no reconhecimento do público em geral. Ainda em 2010 a parceria colocará em prática métricas para avaliação de sustentabilidade, de modo a incorporar ações mais efetivas. Com um sistema de comunicação adequado, será possível também fazer com que o público se envolva e passe a compreender melhor o tema. Outro grande desafio é o de provar que é possível criar ambientes sustentáveis sofisticados, confortáveis e de bom gosto. Fonte: www.adnews.com.br
Restauro do prédio histórico em Rio Grande.
fonte: jornal Agora, a folha do sul. 29/12/2009.
Segunda etapa do restauro deve ser concluída em janeiroA obra de recuperação do prédio histórico da Prefeitura de Rio Grande, parcialmente destruído pelo incêndio ocorrido em 24 de abril de 2006, está na fase final de sua segunda etapa. Estão prontos os entrepisos e foram feitos os reforços estruturais. Falta concluir a rede de drenagem do solo e os contrapisos do térreo, onde será feita uma alteração na rede de lógica (será utilizada fibra ótica ao invés de cabeamento estruturado). A expectativa é concluí-la até 15 de janeiro.Para a terceira etapa, são esperados recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O projeto de restauro do imóvel construído em 1823 foi selecionado para receber apoio do BNDES. Em outubro, técnicos deste banco estiveram em Rio Grande conhecendo o prédio e as obras, que foram iniciadas em janeiro deste ano. De acordo com o arquiteto Willian Pavão Xavier, autor do projeto de restauro, a Prefeitura de Rio Grande recebeu uma minuta do contrato com o BNDES. No entanto, ainda não há data definida para assinatura.A Prefeitura solicitou patrocínio no valor de R$ 2,2 milhões para continuidade e conclusão da obra. O valor total do projeto de recuperação do prédio do Paço Municipal está orçado em R$ 3,5 milhões. Pavão Xavier acredita que os recursos solicitados serão liberados só no final de janeiro. O valor a ser patrocinado ainda não foi especificado. O contrato com o BNDES comprometerá a Prefeitura a garantir a sustentabilidade do imóvel por no mínimo 10 anos.Para as duas primeiras etapas, foram captados R$ 1 milhão de várias empresas, através da Lei Rouanet, a Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Governo Federal. Desta verba, ainda restam R$ 100 mil para o término da segunda etapa. A primeira etapa foi constituída da reconstrução da cobertura, deixando o prédio todo protegido. A terceira e a quarta consistem na recuperação do piso do térreo e realização das instalações elétrica, hidráulica, de proteção e combate a incêndio, comunicação, mais sistemas de segurança e de Informática.Carmem Ziebell
Segunda etapa do restauro deve ser concluída em janeiroA obra de recuperação do prédio histórico da Prefeitura de Rio Grande, parcialmente destruído pelo incêndio ocorrido em 24 de abril de 2006, está na fase final de sua segunda etapa. Estão prontos os entrepisos e foram feitos os reforços estruturais. Falta concluir a rede de drenagem do solo e os contrapisos do térreo, onde será feita uma alteração na rede de lógica (será utilizada fibra ótica ao invés de cabeamento estruturado). A expectativa é concluí-la até 15 de janeiro.Para a terceira etapa, são esperados recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O projeto de restauro do imóvel construído em 1823 foi selecionado para receber apoio do BNDES. Em outubro, técnicos deste banco estiveram em Rio Grande conhecendo o prédio e as obras, que foram iniciadas em janeiro deste ano. De acordo com o arquiteto Willian Pavão Xavier, autor do projeto de restauro, a Prefeitura de Rio Grande recebeu uma minuta do contrato com o BNDES. No entanto, ainda não há data definida para assinatura.A Prefeitura solicitou patrocínio no valor de R$ 2,2 milhões para continuidade e conclusão da obra. O valor total do projeto de recuperação do prédio do Paço Municipal está orçado em R$ 3,5 milhões. Pavão Xavier acredita que os recursos solicitados serão liberados só no final de janeiro. O valor a ser patrocinado ainda não foi especificado. O contrato com o BNDES comprometerá a Prefeitura a garantir a sustentabilidade do imóvel por no mínimo 10 anos.Para as duas primeiras etapas, foram captados R$ 1 milhão de várias empresas, através da Lei Rouanet, a Lei Federal de Incentivo à Cultura, do Governo Federal. Desta verba, ainda restam R$ 100 mil para o término da segunda etapa. A primeira etapa foi constituída da reconstrução da cobertura, deixando o prédio todo protegido. A terceira e a quarta consistem na recuperação do piso do térreo e realização das instalações elétrica, hidráulica, de proteção e combate a incêndio, comunicação, mais sistemas de segurança e de Informática.Carmem Ziebell
O treinamento de situação de emergência pode salvar um acervo !!!

A Renner Herrmann S.A., empresa que atua no segmento de tintas anticorrosivas para a manutenção de plantas industriais e instalações marítimas, comemora o sucesso do treinamento de situação de emergência aplicado, recentemente, na unidade Renner Marítima & Manutenção, localizada na Cidade Industrial de Curitiba. O cenário da operação envolveu a simulação de uma colisão entre um caminhão e uma empilhadeira. Cerca de 140 pessoas participaram do treinamento, que teve como objetivo testar a eficiência da resposta da comunicação da empresa e da execução de seu plano emergencial e de contingências. O treinamento contou com o apoio do Corpo de Bombeiros, Defesa Civil, Plano de Auxílio Mutuo (PAM- CIC) e atuação intensa da Brigada de Emergência da Renner, que isolou o local do “acidente” e operacionalizou ações visando o combate a um princípio de incêndio seguido de explosão e primeiros socorros, em função de “vitimas” no local do acidente simulado. De acordo com o Gerente de Recursos Humanos da empresa, Marcelo Tenedini, o treinamento foi considerado positivo devido ao tempo de execução do plano emergencial da empresa e sua eficiência. O sucesso do simulado só foi possível pois tivemos a participação maciça dos parceiros e órgãos envolvidos”, disse. O Exercício simulado contou também com parceria das empresas Gocil, SI Group Crios Resinas, Transportadora Ouro Verde, Suatrans e Plus Santé.
Sobre a empresaO grupo Renner Herrmann S.A. é resultado de mais de 80 anos de trabalho conjunto de suas empresas e profissionais qualificados, imprimindo qualidade, solidez e tradição como marcas registradas. Reconhecida ao longo de décadas por sua postura, a empresa é hoje referência de bons produtos, tecnologia e responsabilidade social, características espelhadas em todas as unidades constituintes do grupo.A unidade Renner Marítima & Manutenção possui fábrica em Curitiba-PR, atuando no segmento de tintas anticorrosivas para a manutenção de plantas industriais e instalações marítimas.Mais informações: http://www.rennermm.com.br/
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Site registra em fotos SP abandonada.
12/10/2009 - 07h00
Site registra em fotos a São Paulo abandonada
Fonte: Fabiana UchinakaDo UOL NotíciasEm São Paulo
Por trás da espessa camada de pó, do tijolo rachado e da parede descascada, eles enxergam história, arquitetura e belas esculturas capazes de contar um pouco do cotidiano esquecido da cidade de São Paulo. Desde janeiro, o fotógrafo Douglas Nascimento e a historiadora Glaucia Garcia de Carvalho reúnem no site "São Paulo Abandonada" dezenas de registros fotográficos de construções escondidas pelos cantos da capital. São casas, galpões, prédios, lojas, palacetes e fábricas, que correm o risco de desabar ou serem demolidos.
Veja fotos e saiba um pouco mais sobre as descobertas do "São Paulo Abandonada""Inicialmente, o projeto era fotografar só casas antigas. Mas eu percebi que, como a cidade está em constante mutação, é interessante fotografar todas as construções que fazem parte do nosso cotidiano. Eu não tenho mais esse tabu de fotografar um imóvel novo que esteja abandonado. Na medida do possível, eu fotografo tudo", explicou Nascimento, que pretende documentar tudo aquilo que não puder ficar de pé --seja pela gana da especulação imobiliária, seja pela ação do tempo-- para as futuras gerações.Ele conta que sempre teve como hobby sair aos finais de semana bem cedo para fotografar a arquitetura da cidade e que percebeu que muitos dos lugares que visitava, depois de algum tempo, eram drasticamente modificados ou deixavam de existir."Então, decidi que era hora de tentar fazer alguma coisa para mostrar essa transformação. Passei a estudar, comprar livros de arquitetura, aprendi o que é art nouveau, art déco, arte moderna, o que é um frontão. E conforme eu ia estudando, fotografava coisas mais específicas. Quando vi já tinha um banco de dados considerável", lembra.O site também funciona como um canal para que os moradores da cidade denunciem a falta de cuidado com o patrimônio histórico e fiscalizem a ação do poder público. O fotógrafo anota todos os lugares indicados pelos internautas, junta com aqueles que ele descobre, e coloca tudo em uma planilha dividida por regiões. "Eu ando a cidade inteira por conta do meu trabalho. Não dá para parar e fotografar toda vez que eu vejo um lugar interessante. Mas eu levo um gravador digital comigo e, quando eu vejo um prédio abandonado, faço anotações de voz. Depois volto para fotografar", explica.Achar preciosidades perdidas entre as cerca de 400 mil construções abandonadas em São Paulo é apenas a primeira parte da história. Depois que o imóvel é fotografado, a dupla começa um árduo trabalho para tentar descobrir um pouco mais sobre a história daquele lugar, que envolve pesquisa on-line, no Arquivo Histórico Municipal, no Arquivo do Estado e também conversas com vizinhos e moradores da rua. "Mesmo quando é um imóvel simples, como uma casa que achamos na Penha, as pessoas participam, escrevem e contam que ali morava um tal de Chicão, que era de tal jeito, que ajudava as pessoas do bairro. E assim, as pessoas alimentam a própria história dos imóveis", disse Nascimento.
Site registra em fotos a São Paulo abandonada
Fonte: Fabiana UchinakaDo UOL NotíciasEm São Paulo
Por trás da espessa camada de pó, do tijolo rachado e da parede descascada, eles enxergam história, arquitetura e belas esculturas capazes de contar um pouco do cotidiano esquecido da cidade de São Paulo. Desde janeiro, o fotógrafo Douglas Nascimento e a historiadora Glaucia Garcia de Carvalho reúnem no site "São Paulo Abandonada" dezenas de registros fotográficos de construções escondidas pelos cantos da capital. São casas, galpões, prédios, lojas, palacetes e fábricas, que correm o risco de desabar ou serem demolidos.
Veja fotos e saiba um pouco mais sobre as descobertas do "São Paulo Abandonada""Inicialmente, o projeto era fotografar só casas antigas. Mas eu percebi que, como a cidade está em constante mutação, é interessante fotografar todas as construções que fazem parte do nosso cotidiano. Eu não tenho mais esse tabu de fotografar um imóvel novo que esteja abandonado. Na medida do possível, eu fotografo tudo", explicou Nascimento, que pretende documentar tudo aquilo que não puder ficar de pé --seja pela gana da especulação imobiliária, seja pela ação do tempo-- para as futuras gerações.Ele conta que sempre teve como hobby sair aos finais de semana bem cedo para fotografar a arquitetura da cidade e que percebeu que muitos dos lugares que visitava, depois de algum tempo, eram drasticamente modificados ou deixavam de existir."Então, decidi que era hora de tentar fazer alguma coisa para mostrar essa transformação. Passei a estudar, comprar livros de arquitetura, aprendi o que é art nouveau, art déco, arte moderna, o que é um frontão. E conforme eu ia estudando, fotografava coisas mais específicas. Quando vi já tinha um banco de dados considerável", lembra.O site também funciona como um canal para que os moradores da cidade denunciem a falta de cuidado com o patrimônio histórico e fiscalizem a ação do poder público. O fotógrafo anota todos os lugares indicados pelos internautas, junta com aqueles que ele descobre, e coloca tudo em uma planilha dividida por regiões. "Eu ando a cidade inteira por conta do meu trabalho. Não dá para parar e fotografar toda vez que eu vejo um lugar interessante. Mas eu levo um gravador digital comigo e, quando eu vejo um prédio abandonado, faço anotações de voz. Depois volto para fotografar", explica.Achar preciosidades perdidas entre as cerca de 400 mil construções abandonadas em São Paulo é apenas a primeira parte da história. Depois que o imóvel é fotografado, a dupla começa um árduo trabalho para tentar descobrir um pouco mais sobre a história daquele lugar, que envolve pesquisa on-line, no Arquivo Histórico Municipal, no Arquivo do Estado e também conversas com vizinhos e moradores da rua. "Mesmo quando é um imóvel simples, como uma casa que achamos na Penha, as pessoas participam, escrevem e contam que ali morava um tal de Chicão, que era de tal jeito, que ajudava as pessoas do bairro. E assim, as pessoas alimentam a própria história dos imóveis", disse Nascimento.
domingo, 30 de agosto de 2009
Embraer coloca acervo histórico na internet
São Paulo - No ano em que completa 40 anos, a Embraer colocou na internet todo seu acervo histórico para consulta eletrônica. O portal do centro histórico da fabricante brasileira de aviões pode ser acessado no endereço: www.centrohistoricoembraer.com.br.
De acordo com a empresa, o projeto do centro histórico foi criado em 2006 para preservar e divulgar a história da empresa e da indústria aeronáutica brasileira e mundial. Em agosto de 2007, foi concluída a construção de duas áreas: uma expositiva, para a visita de clientes, autoridades e funcionários; e outra destinada ao tratamento, guarda e gestão do acervo, ambas localizadas na sede da empresa, em São José dos Campos (SP).
A área expositiva do Centro Histórico Embraer ocupa um espaço de cerca de 300 metros quadrados no hangar F-300 e conta com mais de 800 itens no acervo, incluindo vídeos, premiações e peças como o martelo do leilão de privatização da companhia, realizado em dezembro de 1994. Pelo novo portal, o público poderá navegar pela história da Embraer e fazer uma visita virtual ao centro histórico.
De acordo com a empresa, o projeto do centro histórico foi criado em 2006 para preservar e divulgar a história da empresa e da indústria aeronáutica brasileira e mundial. Em agosto de 2007, foi concluída a construção de duas áreas: uma expositiva, para a visita de clientes, autoridades e funcionários; e outra destinada ao tratamento, guarda e gestão do acervo, ambas localizadas na sede da empresa, em São José dos Campos (SP).
A área expositiva do Centro Histórico Embraer ocupa um espaço de cerca de 300 metros quadrados no hangar F-300 e conta com mais de 800 itens no acervo, incluindo vídeos, premiações e peças como o martelo do leilão de privatização da companhia, realizado em dezembro de 1994. Pelo novo portal, o público poderá navegar pela história da Embraer e fazer uma visita virtual ao centro histórico.
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
EcoDesign Mostra de decoração reune objetos ecológicos
No espaço Biblioteca Inglesa podem ser observados diversos itens que minimizam o eco-ambiental Redação Bem Paraná
(foto: Gerson Lima) Na II Mostra Mueller EcoDesign, a arquiteta Priscilla Müller assina o projeto Biblioteca Inglesa. Ambientado com peças da loja Vila Sierra, a arquiteta traz em seu espaço, móveis e objetos de decoração ecologicamente corretos, assim como o Kobba, uma combinação de resíduos de madeira e resinas, material exclusivo da Michelangelo. Em seu espaço podem ser observados diversos itens que minimizam o eco-ambiental. O sofá e o puff, por exemplo, são produzidos com tecido de linho 100% natural, o qual não utiliza corantes para o tingimento. A cor é produzida através de cascas e sementes de alimentos encontrados na natureza. O piso da Michelangelo é uma combinação de poli-celulose e fibras de madeira. Ele é feito com fibras de madeira e plástico, provenientes do aproveitamento de resíduos industriais. Nenhuma árvore é derrubada para a fabricação do material, pois 100% da madeira utilizada teria como destino o descarte. A água usada no processo produtivo é reciclada, através de sistema de circulação fechado. Para a estante, Priscilla encaixou bancos de madeira maciça que provem de florestas renováveis. O vaso exposto em seu projeto foi criado com barro natural, moldado a mão, com tingimento e aplicação de verniz a base de água, sem solventes químicos. A II Mostra Mueller EcoDesign está aberta para visitação até 20 de agosto, no piso Cinemas do Shopping Mueller (Avenida Cândido de Abreu, 127). Entrada gratuita.
(foto: Gerson Lima) Na II Mostra Mueller EcoDesign, a arquiteta Priscilla Müller assina o projeto Biblioteca Inglesa. Ambientado com peças da loja Vila Sierra, a arquiteta traz em seu espaço, móveis e objetos de decoração ecologicamente corretos, assim como o Kobba, uma combinação de resíduos de madeira e resinas, material exclusivo da Michelangelo. Em seu espaço podem ser observados diversos itens que minimizam o eco-ambiental. O sofá e o puff, por exemplo, são produzidos com tecido de linho 100% natural, o qual não utiliza corantes para o tingimento. A cor é produzida através de cascas e sementes de alimentos encontrados na natureza. O piso da Michelangelo é uma combinação de poli-celulose e fibras de madeira. Ele é feito com fibras de madeira e plástico, provenientes do aproveitamento de resíduos industriais. Nenhuma árvore é derrubada para a fabricação do material, pois 100% da madeira utilizada teria como destino o descarte. A água usada no processo produtivo é reciclada, através de sistema de circulação fechado. Para a estante, Priscilla encaixou bancos de madeira maciça que provem de florestas renováveis. O vaso exposto em seu projeto foi criado com barro natural, moldado a mão, com tingimento e aplicação de verniz a base de água, sem solventes químicos. A II Mostra Mueller EcoDesign está aberta para visitação até 20 de agosto, no piso Cinemas do Shopping Mueller (Avenida Cândido de Abreu, 127). Entrada gratuita.
terça-feira, 21 de abril de 2009
UNESCO lança biblioteca mundial digital

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) lança nesta terça-feira a Biblioteca Digital Mundial, que permitirá consultar gratuitamente pela internet o acervo de grandes bibliotecas e instituições culturais de inúmeros países, entre eles o Brasil.
A foto da imperatriz Thereza Christina, do acervo da Biblioteca Nacional, está disponível no site
Mapa de 1562 mostrando o 'novo mundo' faz parte do acervo da Biblioteca do Congresso AmericanoDezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e gravações de bibliotecas em todo o mundo foram digitalizados e traduzidos em diversas línguas para a abertura do site da Biblioteca Digital da Unesco (www.wdl.org).A nova biblioteca virtual terá sistemas de navegação e busca de documentos em sete línguas, entre elas o português, e oferece obras em várias outras línguas.Entre os documentos, há tesouros culturais como a obra da literatura japonesa O Conde de Genji, do século 11, considerado um dos romances mais antigos do mundo, e também o primeiro mapa que menciona a América, de 1507, realizado pelo monge alemão Martin Waldseemueller e que se encontra na biblioteca do Congresso americano.Entre outras preciosidades do novo site estão as primeiras fotografias da América Latina, que integram o acervo da Biblioteca Nacional do Brasil, o maior manuscrito medieval do mundo, conhecido como a Bíblia do Diabo, do século 18, que pertence a Biblioteca Real de Estocolmo, na Suécia, e manuscritos científicos árabes da Biblioteca de Alexandria, no Egito.Até o momento, o documento mais antigo da Biblioteca Digital da Unesco é uma pintura de oito mil anos com imagens de antílopes ensanguentados, que se encontra na África do Sul.32 instituiçõesA Biblioteca Nacional do Brasil é uma das instituições que contribuíram com auxílio técnico e fornecimento de conteúdo ao novo site da Unesco.O projeto contou com a colaboração de 32 instituições, de países como China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, México, Rússia, Arábia Saudita, Egito, Uganda, Israel e Japão. O lançamento do site será acompanhado de uma campanha para conseguir aumentar o número de países com instituições parceiras para 60 até o final do ano. "As instituições continuam proprietárias de seu conteúdo cultural. O fato de ele estar no site da Unesco não impede que seja proposto também a outras bibliotecas", explicou Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.A ideia de uma biblioteca digital mundial gratuita foi apresentada à Unesco pelo diretor da biblioteca do Congresso americano, James Billington, ex-professor da Universidade de Harvard.Ele dirige a instituição cultural do congresso americano desde 1987 e diz ter aproveitado o retorno dos Estados Unidos à Unesco, em 2003, após 20 anos de ausência, para promover a ideia da biblioteca digital."Eu lancei essa ideia e sugeri colocá-la em prática nas principais línguas da ONU, como o árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol", diz Billington.Ele se baseou em sua experiência na digitalização de dezenas de milhões de documentos da Biblioteca do Congresso americano, criada em 1800.O objetivo da Unesco é permitir o acesso de um maior número de pessoas a conteúdos culturais e também desenvolver o multilinguismo.
A foto da imperatriz Thereza Christina, do acervo da Biblioteca Nacional, está disponível no site
Mapa de 1562 mostrando o 'novo mundo' faz parte do acervo da Biblioteca do Congresso AmericanoDezenas de milhares de livros, imagens, manuscritos, mapas, filmes e gravações de bibliotecas em todo o mundo foram digitalizados e traduzidos em diversas línguas para a abertura do site da Biblioteca Digital da Unesco (www.wdl.org).A nova biblioteca virtual terá sistemas de navegação e busca de documentos em sete línguas, entre elas o português, e oferece obras em várias outras línguas.Entre os documentos, há tesouros culturais como a obra da literatura japonesa O Conde de Genji, do século 11, considerado um dos romances mais antigos do mundo, e também o primeiro mapa que menciona a América, de 1507, realizado pelo monge alemão Martin Waldseemueller e que se encontra na biblioteca do Congresso americano.Entre outras preciosidades do novo site estão as primeiras fotografias da América Latina, que integram o acervo da Biblioteca Nacional do Brasil, o maior manuscrito medieval do mundo, conhecido como a Bíblia do Diabo, do século 18, que pertence a Biblioteca Real de Estocolmo, na Suécia, e manuscritos científicos árabes da Biblioteca de Alexandria, no Egito.Até o momento, o documento mais antigo da Biblioteca Digital da Unesco é uma pintura de oito mil anos com imagens de antílopes ensanguentados, que se encontra na África do Sul.32 instituiçõesA Biblioteca Nacional do Brasil é uma das instituições que contribuíram com auxílio técnico e fornecimento de conteúdo ao novo site da Unesco.O projeto contou com a colaboração de 32 instituições, de países como China, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, México, Rússia, Arábia Saudita, Egito, Uganda, Israel e Japão. O lançamento do site será acompanhado de uma campanha para conseguir aumentar o número de países com instituições parceiras para 60 até o final do ano. "As instituições continuam proprietárias de seu conteúdo cultural. O fato de ele estar no site da Unesco não impede que seja proposto também a outras bibliotecas", explicou Abdelaziz Abid, coordenador do projeto.A ideia de uma biblioteca digital mundial gratuita foi apresentada à Unesco pelo diretor da biblioteca do Congresso americano, James Billington, ex-professor da Universidade de Harvard.Ele dirige a instituição cultural do congresso americano desde 1987 e diz ter aproveitado o retorno dos Estados Unidos à Unesco, em 2003, após 20 anos de ausência, para promover a ideia da biblioteca digital."Eu lancei essa ideia e sugeri colocá-la em prática nas principais línguas da ONU, como o árabe, chinês, inglês, francês, português, russo e espanhol", diz Billington.Ele se baseou em sua experiência na digitalização de dezenas de milhões de documentos da Biblioteca do Congresso americano, criada em 1800.O objetivo da Unesco é permitir o acesso de um maior número de pessoas a conteúdos culturais e também desenvolver o multilinguismo.
quinta-feira, 26 de março de 2009
O CPC-USP
Se você for visitar a exposição fantástica das maquetes, aproveite para conhecer mais sobre o CPC e "A Casa de Dona Yayá".
O Centro de Preservação Cultural , criado em outrubro de 2002, é um orgão subordinado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, que substitui a Comissão de Patrimônio Cultural, dando continuidade às suas atividades, iniciadas em 1986.
Em 2004, o CPC teve sua sede transferida do Camps da Cidade Universitária para a Casa de Dona Yayá . Este imóvel tombado foi incorporado à USP como herança jacente em 1969, quando do falecimento de sua ultima proprietária, Sebastiana de Mello Freire, a Dona Yayá.
As ações do CPC são fundamentadas em estudos que, por meio do estabelecimento de critérios para conservação, restauração e uso, buscam propiciar reflexões sobre as temáticas do patrimônio cultural. As práticas decorrentes do trabalho viabilizam a realização de conjuntos amplos e diversificados de atividades,a concretizadas a partir de seus programas:
*reflexões sobre patrimônio cultural
*conservação e restauração de bens arquitetônicos e integrados
*banco de dados sobre patrimônio cultural
*memória e uso qualificado do patrimônio cultural
http://www.usp.br/cpc
O Centro de Preservação Cultural , criado em outrubro de 2002, é um orgão subordinado à Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP, que substitui a Comissão de Patrimônio Cultural, dando continuidade às suas atividades, iniciadas em 1986.
Em 2004, o CPC teve sua sede transferida do Camps da Cidade Universitária para a Casa de Dona Yayá . Este imóvel tombado foi incorporado à USP como herança jacente em 1969, quando do falecimento de sua ultima proprietária, Sebastiana de Mello Freire, a Dona Yayá.
As ações do CPC são fundamentadas em estudos que, por meio do estabelecimento de critérios para conservação, restauração e uso, buscam propiciar reflexões sobre as temáticas do patrimônio cultural. As práticas decorrentes do trabalho viabilizam a realização de conjuntos amplos e diversificados de atividades,a concretizadas a partir de seus programas:
*reflexões sobre patrimônio cultural
*conservação e restauração de bens arquitetônicos e integrados
*banco de dados sobre patrimônio cultural
*memória e uso qualificado do patrimônio cultural
http://www.usp.br/cpc
Exposição: Aprendendo com Maquetes
A exposição "Aprendendo com Maquetes", sugerida pelos amigos do grupo de discussão do Yahoo "São Paulo abandonada", está fantástica.
A dica cultural pode ser conferida até o dia 30 de abril, de domingo a sexta feira, das 10 às 16 h. Com entrada gratuíta, a exposição reúne 32 maquetes feitas por alunos da disciplina "História e Teorias da Arquitetura I", da faculdade de Arquitetura e Urbanismo da uSP, nos anos de 2007 e 2008, integrando a pesquisa histórica à confecção de modelos tridimensionais, o exercício não se propunha a reconstruir fielmente os edifícios, mas acionar os mecanismos do olhar e de apropriação e ordenação do espaço.
Agradeço ao grupo de amigos do grupo de discussão pela dica e sugiro aos demais amigos que não percam esta oportunidade.
Abraços!
A dica cultural pode ser conferida até o dia 30 de abril, de domingo a sexta feira, das 10 às 16 h. Com entrada gratuíta, a exposição reúne 32 maquetes feitas por alunos da disciplina "História e Teorias da Arquitetura I", da faculdade de Arquitetura e Urbanismo da uSP, nos anos de 2007 e 2008, integrando a pesquisa histórica à confecção de modelos tridimensionais, o exercício não se propunha a reconstruir fielmente os edifícios, mas acionar os mecanismos do olhar e de apropriação e ordenação do espaço.
Agradeço ao grupo de amigos do grupo de discussão pela dica e sugiro aos demais amigos que não percam esta oportunidade.
Abraços!
Matéria na Revista Casa

É com muito prazer que divulgamos a matéria sobre o trabalho das amigas arquiteta Claudia Camasmie e a designer de interiores Raquel Vilela.
Os projetos executados com extrema dedicação, sempre resultam em absoluto sucesso e aprovação dos clientes.
Parabéns à vocês e muito obrigada pela divulgação do nosso trabalho ( parede destacada ao lado dos sofás da artefato).
Agradecemos também a parceria e voto de confiança de tantos anos.
sábado, 13 de dezembro de 2008
um site interessante: www.cultura.mg.gov.br

O site da Secretaria de Estado de Cultura de Minas Gerais, tem um conteúdo muito interessante e entre os itens abordados, encontramos o atalho para a superintendência de museus.
Quem não gosta de aprender sobre o assunto?
Durante o ano eles realizam vários encontros e palestras.
Acompanhe!
Áreas de atuação : Pesquisa, Educação e Preservação.
Pesquisa Pesquisar é uma das ações fundamentais desenvolvidas pelas instituições museológicas. Por meio da investigação, são levantadas as informações, as fontes, as técnicas construtivas dos objetos e a iconografia – que serão referenciais na elaboração das atividades de um museu. A pesquisa desenvolve metodologias de inventário, de ações educativas e de processos de musealização do patrimônio.
Saiba mais: Projeto Guignard Diagnóstico e Prospecção do Sítio para o Museu Alphonsus de Guimaraens
Digitalização do Acervo para o Museu Alphonsus de Guimaraens
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EducaçãoEducar é ampliar o horizonte de informações e de experiências sensíveis de integração entre a cultura e o cidadão. Os espaços museológicos organizam ações educativas de mobilização de conhecimento e de interatividade entre os diversos objetos musealizados. Saiba mais: Revitalização e Modernização do Museu Guimarães Rosa
................................................................................................
PreservaçãoPreservar o patrimônio é garantir condições adequadas para a manutenção da integridade física, química e estética dos acervos museológicos. As equipes especializadas em conservação e restauro desenvolvem ações de conservação preventiva e restauro, monitoramento das condições climáticas e de segurança dos ambientes de guarda e exposição. Saiba mais: Modernização e Segurança do Museu Mineiro Projeto Cartões de Amalita
Pesquisa Museu Casa Guimarães Rosa
Saiba mais: Projeto Guignard Diagnóstico e Prospecção do Sítio para o Museu Alphonsus de Guimaraens
Digitalização do Acervo para o Museu Alphonsus de Guimaraens
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EducaçãoEducar é ampliar o horizonte de informações e de experiências sensíveis de integração entre a cultura e o cidadão. Os espaços museológicos organizam ações educativas de mobilização de conhecimento e de interatividade entre os diversos objetos musealizados. Saiba mais: Revitalização e Modernização do Museu Guimarães Rosa
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PreservaçãoPreservar o patrimônio é garantir condições adequadas para a manutenção da integridade física, química e estética dos acervos museológicos. As equipes especializadas em conservação e restauro desenvolvem ações de conservação preventiva e restauro, monitoramento das condições climáticas e de segurança dos ambientes de guarda e exposição. Saiba mais: Modernização e Segurança do Museu Mineiro Projeto Cartões de Amalita
Pesquisa Museu Casa Guimarães Rosa
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
Criatividade e charme para o natal
Com a proximidade do natal, todas as pessoas se animam em arrumar a casa, organizar, pintar para curtir com os familiares. Com criatividade e charme, é possível adotar um aspecto natalino para envolver sua família e visitas.
Um tom diferente na parede, um acessório de bom gosto, toques do tradicional vermelho e verde nas flores; tons de rosa e beringela para enfeitar.Lógico que é permitido abusar do brilho, velas e toques dourados pela sala.
Inspire-se e solicite uma sugestão para mudar sua casa. Faltam 40 dias e ainda há tempo de você colocar um pouco de delicadeza e/ou sofisticação no seu lar.
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
Escola Paulista de Restauro
A escola paulista de Restauro em parceria com o MUBE, Museu Brasileiro da Escultura, realizou dia 29 de outubro, um work shop sobre a metodologia de projeto de restauro, para atualização dos profissionais da área.
Foram abordados vários temas de interesse sobre atualização das leis nas 3 esferas, federal, estadual e municipal para incentivo fiscal; tombamento e participação popular; inventário e ambiencia;utilização de novos materiais ecologicamente corretos para serem adotados no projeto de restauro, atualização de soluções adotadas nos exterior para valorizar o patrimonio e conviver com construções comtemporâneas.
As fontes de recursos e incentivos fiscais pra execução de serviços de restauro foram esclarecidas pelo advogado e diretor vice presidente da OSCIP Museu a céu aberto, Luiz Cesar Coraza.
O work shop foi realizado pela professora da escola Paulista de Restauro: Ana Marta Ditolvo.
O curso foi realizado no MuBE -Rua Alemanha, 221, Jd. Europa, São Paulo-SP.
A parceria entre entidades visa estimular a arte de construir, preservar e conservar nossa memória histórica, aprimorando os conhecimentos e capacitando profissionais das áreas de arquitetura, engenharia, história, artes, e técnicos em restauro, ( como nosso atelier por exemplo), para atuarem na área da restauração do patrimônio.
É com muito prazer que parabenizamos todos os envolvidos pelo sucesso obtido no curso. Acreditamos que seja a opinião de todos os 25 participantes.
Aproveitamos para agradecer o convite generoso do museu à Ceu aberto, para visitarmos a exposição "Michelangelo" que acontece no MUBE até o dia 30 de novembro.
Um abraço à todos
Foram abordados vários temas de interesse sobre atualização das leis nas 3 esferas, federal, estadual e municipal para incentivo fiscal; tombamento e participação popular; inventário e ambiencia;utilização de novos materiais ecologicamente corretos para serem adotados no projeto de restauro, atualização de soluções adotadas nos exterior para valorizar o patrimonio e conviver com construções comtemporâneas.
As fontes de recursos e incentivos fiscais pra execução de serviços de restauro foram esclarecidas pelo advogado e diretor vice presidente da OSCIP Museu a céu aberto, Luiz Cesar Coraza.
O work shop foi realizado pela professora da escola Paulista de Restauro: Ana Marta Ditolvo.
O curso foi realizado no MuBE -Rua Alemanha, 221, Jd. Europa, São Paulo-SP.
A parceria entre entidades visa estimular a arte de construir, preservar e conservar nossa memória histórica, aprimorando os conhecimentos e capacitando profissionais das áreas de arquitetura, engenharia, história, artes, e técnicos em restauro, ( como nosso atelier por exemplo), para atuarem na área da restauração do patrimônio.
É com muito prazer que parabenizamos todos os envolvidos pelo sucesso obtido no curso. Acreditamos que seja a opinião de todos os 25 participantes.
Aproveitamos para agradecer o convite generoso do museu à Ceu aberto, para visitarmos a exposição "Michelangelo" que acontece no MUBE até o dia 30 de novembro.
Um abraço à todos
Até dia 02/11 na Galeria de Arte do Sesi
Entre os inúmeros programas gratuítos encontrados na capital de SP, quem quiser conferir a exposição de Múmias peruanas, itens de produção textil e mai 84 objetos que integram a exposição ( entre cerâmica e jóias), terá esta oportunidade até o dia 02 de novembro.
Bem antes do império inca, a civilização dos paracas já dava o aer da graça. Surgido por volta de 700 ac, esse povo de agricultores e pesadores ocupou a costa sul do território peruano. foram descobertos por arqueólogos apenas em 1925. "Tesouros inéditos do peru antigo" tem como destaque os assobrosos mantes de lã de lhama e alpaca, desenvolvidos apra embrulhar cadáveres e, desssa forma, mumifica-los.
A civilização acreditava que os cadáveres mais abastados poderiam levar todos este itens para o "lado de lá".
Confira na Av. Paulista, 1313, fone: 31467405 Segunda, 11 h às 20h; terça a sábado, 10h às 20h; domingo, 10h às 19h.
Bem antes do império inca, a civilização dos paracas já dava o aer da graça. Surgido por volta de 700 ac, esse povo de agricultores e pesadores ocupou a costa sul do território peruano. foram descobertos por arqueólogos apenas em 1925. "Tesouros inéditos do peru antigo" tem como destaque os assobrosos mantes de lã de lhama e alpaca, desenvolvidos apra embrulhar cadáveres e, desssa forma, mumifica-los.
A civilização acreditava que os cadáveres mais abastados poderiam levar todos este itens para o "lado de lá".
Confira na Av. Paulista, 1313, fone: 31467405 Segunda, 11 h às 20h; terça a sábado, 10h às 20h; domingo, 10h às 19h.
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Quem sou:
- Atelier Bognar - Pintura Artística Decorativa
- São Paulo - Capital, São Paulo, Brazil
- Estudei no EPDA Escola de Pesquisa e Divulgação da Arte em 1992. Após este período fiz cursos diversos e tive oportunidade de pesquisar sobre pigmentos importados e livros especializados enquanto permanecia nos EUA. Sou da Turma "60 anos pensando Brasil" da ESG-CGERD e sou formada em "como gerir um museu" pelo ICOM - UNESCO turma de 2009. Atualmente executo pintura decorativa em projetos de diversos profissionais nas áreas de arquitetura, paisagismo,decoração e restaurações de bens culturais com ênfase na aviação. Tenho prática em pintar céu em capelas, igrejas,hangares, lojas macônicas,pontos comerciais, quartos de crianças e adolescentes. Fiz o curso de entelagem com Adriano Trondi (turma ABRAEX 2007) Trabalho sobre qualquer superfície, com materiais de qualidade.Posso fornecer garantia e carta de recomendação de trabalhos executados. Acredito no resgate da história, preservação do meio ambiente e respeito ao trabalho de terceiros. O material utilizado é sempre estudado caso a caso e pesquisado cuidadosamente.Acredito que nada acontece por acaso e agradeço sua visita neste blog.
Renove seus móveis. Resgate a história de sua familia...
Folheação á ouro